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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Tudo ok!


A propósito, falando em guerras, na de Secessão, nos EUA (que comentamos AQUI), entre 1861 e 1865, as tropas tinham o costume de, ao retornarem de batalhas, chegando no quartel, informar em um painel na entrada o número de mortes/ baixas no dia. Quando tudo tinha ido bem nos confrontos, escrevia-se "0 kills" (zero mortos), e, com o tempo, apenas "0k", daonde derivou o costume de dizer ok quando tudo está bem!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Kiss, Auschwitz

Certo, muito já se falou sobre o incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, RS (por mais que se fale, porém, nunca é demais, para que não se esqueça o que a irresponsabilidade e a negligência podem causar). Há um aspecto, contudo, de grande relevância, que a muitos passou despercebido, e que nos faz relacionar o triste episódio a outro, mais especificamente o nazismo. Daí o titulo do post, antes que alguém pense que mando beijos ao famigerado campo de concentração.

O fato é que a queima da espuma do teto da boate fez liberar um gás altamente tóxico, o cianeto. Para quem não sabe, é o mesmo gás usado pelos nazistas nas câmaras de gás dos campos de concetração por matar de forma rápida, já que, além de entupir os pulmões, o gás ainda inibe a ação do oxigênio. Eles (os nazistas) batizaram carinhosamente o gás de Zyklon B (ou Ciclone B). Ok, uma pesquisa rápida é capaz de apontar o Cianureto como o gás dos campos de concetração, o que também aprendi nos meus velhos tempos de faculdade. Como sei muito pouco (na verdade, quase nada) de química (acho que só lembro do diagrama de Linus Pauling, mas nem sei para que serve...), fui atrás da informação precisa a respeito da terminologia dos gases (fica a dica, queridos alunos, sobre como fazer pesquisas!!!). Encontrei aqui, aqui, aqui, aqui e aqui a indicação de que ambos, cianeto e cianureto, são a mesma coisa. Um deles, o da Revista Superinteressante, ainda diz que Cianureto é como era chamado antigamente o Cianeto (ao lado a estrutura dele, pois não dá para colocar neste post imagens da boate ou dos campos de concentração...).

Enfim, vemos aí a perversidade e o absurdo que foi este incêndio da boate Kiss. Palavras dificilmente expressarão o que se passou lá dentro...

Sim, como os amigos perceberam, a História está em tudo, e pode ser relacionada a uma série de eventos, fatos, acontecimentos do mundo atual, mesmo - infelizmente - os mais tristes. Aliás, a História está cheia destes também...

sexta-feira, 30 de março de 2012

Mas o que será isso? (Desafio!)

Desafiozinho, vamos ver quem consegue resolver:
O que será este traje representado na imagem?

Algum bloco de carnaval? Extraterrestres? Personagens de um novo filme de animação da Disney?
Enfim, quem descobrir, responde através do "Comentários"!
Vale um abraço!!!

domingo, 18 de março de 2012

Mumificação

Muito se fala em aspectos como a religiosidade egípcia ou a engenhosidade das pirâmides ou ainda da peculiaridade da mumificação. Na verdade, este aspecto reune em si todas as características acima (religiosidade, engenhosidade e e peculiaridade), entre outras ainda.

É este costume que nos mostra os grandes conhecimentos dos egípcios antigos em áreas como a medicina, a anatomia, a química e a farmacologia, por exemplo. Conhecimentos acumulados ao longo do tempo, e cada vez mais aperfeiçoados, sem dúvida.

Para o cumprimento das crenças além-túmulo, os egípcios aproveitaram as propriedades que descobriram do natrão, elemento encontrado em várias regiões do Egito, que possui propriedades conservantes, ideais para preservar o corpo humano (o natrão é rico em carbonato de sódio, bicarbonato de sódio, sal e sulfato de sódio. Sabe o que isso significa? Nem eu, mas pode perguntar à professora de Química!).

Mas de nada adiantava o natrão se não fossem outros conhecimentos e descobertas do sábios egípcios.

Por exemplo, de nada adiantava embeber o corpo em natrão se ele estivesse com os intestinos, nada seguraria a decomposição. Os egípcios então retiravam os intestinos através de uma incisão em um dos lados do corpo, além de remover o cérebro, pelas narinas. Técnicas como estas permitiram, além da conservação dos corpos por milhares de anos, o desenvolvimento de técnicas cirúrgicas pelos egípcios. O ritual completo de mumificação durava 70 dias, e os corpos, muitos e muitos séculos. Algumas múmias encontradas no século XX, com mais de 2.500 anos de idade, possuíam ainda carne, cabelos e unhas!

(o "modelo" da foto que ilustra este post é Ramsés II, cuja múmia foi encontrada em 1881, em ótimo estado de conservação, dentro de seu sarcófago. De lá para cá o contato com ar, os traslados e manuseios para estudos e pesquisas aceleraram sua decomposição mais do que a passagem de mais de 3000 anos...).

terça-feira, 6 de março de 2012

Santa Casa


Duzentos e nove anos de (muita) história, e poucos se dão conta. Nossa Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre é bicentenária, dos tempos finais da Colônia, um riquíssimo patrimônio histórico, artístico e cultural, a mais antiga em funcionamento no estado e passa despercebida a muita gente!

Por um lado, está em uma região hoje movimentadíssima do centro da capital (e pensar que ela já ficou fora dos portões da cidade, para tentar evitar a entrada de doenças em nossa mui leal e valorosa Porto Alegre...); de dentro do ônibus ou do carro passa-se muito rápido por ela; a pé corre-se o risco de ser levado pela multidão caso se tente parar na rua para contemplá-la.

Por outro lado, quando se entra nela é por necessidade, alguma doença ou visita a algum enfermo conhecido...

O fato é que é necessário conhecermos o patrimônio de nossa cidade, povo sem memória é quase um povo sem história!

A seguir um rápido videozinho (pouco mais de dois minutos) sobre a nossa Santa Casa, de uma série do SBT RS de 2008-2009. O vídeo é curto, mas pode-se chegar no hospital com apenas um ônibus, vale a visita!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Cifras sobre a Peste Negra


Sabe-se que a famosa Peste Negra (Peste Bobônica) foi a epidemia mais avassaladora que já se abateu sobre um continente até hoje (no caso, a Europa), em termos proporcionais (porcentagem sobre o total da população). As cifras, porém, variam de acordo com as fontes em que pesquisarmos, sempre entre 30 e 40% de toda a população do continente europeu!!!
É sempre bom, nestes casos, darmos uma olhada em relatos de época, de pessoas que viveram o tempo ou o acontecimento que pretendemos conhecer. Eis, então, alguns números a respeito:
  • Em Avignon, no sul da França, morriam, segundo dados da época, 400 pessoas por dia, vítimas da doença. Apenas um dos cemitérios da cidade teria recebido 11.000 corpos em seis semanas. Depois que os cemitérios ficaram lotados, passou-se a jogar corpos no Rio Ródano. E não estamos falando de uma cidade grande como as de hoje, com milhões de habitantes...
  • Em Paris a peste foi mais forte em 1349, e o número de vítimas chegava a 800 por dia, atingondo,no total, 500.000 pessoas, ou seja, METADE da populaçãoda cidade.
  • Florença teria perdido, na mesma época, 80% de sua população, e Veneza, 60%.
  • Em locais fechados, a contaminação de uma pessoa poderia se estender a todos os outros do ambiente. Foi o que aconteceu em inúmeras prisões e mosteiros. Dos 140 dominicanos de Montpellier, por exemplo, apenas 7 sobreviveram.
Era, enfim, difícil escapar ou fugir de um inimigo que não se conhecia, pois não se imaginava o que realmente fosse o transmissor da doença.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

As favelas

Muito tem se falado nos últimos dias em Rocinha, favela, morro, UPP, etc. Hora de entender um pouco da origem de alguns destes termos.
A origem do nome "favela" é bem distante do Rio de Janeiro. Na região de Canudos destacava-se o morro das favelas, assim batizado por causa da planta de mesmo nome, que sobressaía na paisagem. Os soldados republicanos que combateram na Guerra de Canudos, ao voltarem ao Rio de Janeiro, tinham a promessa de receber casas do governo federal, pela bravura no combate. Como é de costume em nosso país, o tempo foi passando e nada de o governo cumprir com sua promessa. Os soldados então foram se instalando no morro da Providência e construindo seus barracos. Com a memória ainda viva e ativa, acharam o local bastante parecido com o que haviam atuado, o morro das Favelas, em Canudos. Passaram então a chamar o 'seu' morro (da Providência) de "Morro das Favelas". O termo acabou pegando e servindo para designar locais com as mesmas características: encostas de morros (ou morros inteiros) com barracos construídos irregularmente e desordenadamente, e reunindo gente de baixo poder aquisitivo.
Tempos depois viria o 'bota abaixo', política do prefeito fluminense Pereira Passos para reordenar fisicamente o Rio de Janeiro, literalmente botando abaixo cortiços e prédios antigos do centro e de bairros vizinhos, e "empurrando" seus moradores para os morros, com ajuda da polícia e do exército quando necessário. Mais e mais morros foram ocupados e o termo favela não foi mais abandonado.
Agora, em tempos de UPPs, cabem algumas reflexões: sucessivas políticas governamentais empurraram grandes contingentes morro acima, por que não deram condições dignas de sobrevivência em tais locais? Mais: usou-se a polícia para empurrar a população morro acima, usa-se a polícia e o exército agora para pacificar; e o governo, quandovai subir os morros???

Enfim, aproveitando a deixa, vota na enquete aí ao lado, é só um clique!

domingo, 21 de agosto de 2011

19 de agosto - em tempo!

Final de trimestre é complicado... Este post era para ter entrado na última sexta-feira, dia 19, mas não deu. Enfim, vamos lá, mesmo com dois dias de atraso!

"Um povo sem História é um povo sem memória. Esta afirmação, mais do que um dito popular, é também uma verdade histórica, pois todos os agrupamentos humanos que não preservaram sua memória - em história, documentos, objetos de arte e arquitetura - acabaram sucumbindo a ditaduras e até acabaram por desaparecer da face da Terra. Por essa razão, não apenas a disciplina que trata das histórias dos povos deve merecer nossa atenção, mas também os cientistas que se dedicam a essa tarefa tão nobre.
Obviamente, a história se faz por seus protagonistas: lideranças políticas, religiosas e econômicas, por um lado; grupos populares, lutas contra a opressão e pela libertação, por outro. E para registrar tudo o historiador. E de tal modo é importante o papel dos historiadores que, por vezes, eles ajudam, também, a reconfigurar a história de um país. Ao lado da filosofia e da literatura, a História está presente desde os primeiros momentos da nossa tradição ocidental, constituindo um dos saberes mais antigos de nossa civilização (...)."

As palavras acima são do senador Christóvão Buarque, em um trecho de sua justificativa no projeto de lei de sua autoria para a criação do Dia do Historiador. O projeto ganhou parecer favorável em 2008 e foi aprovado. O dia escolhido lembra o nascimento de Joaquim Nabuco, abolicionista e historiador nascido em 19 de agosto de 1849. A partir de agora, já sabem então: dia 19 de agosto é Dia do Historiador!

domingo, 24 de abril de 2011

Datação de objetos arqueológicos

Como sabemos, o trabalho arqueológico segue tem uma metodologia própria e segue várias etapas, desde a elaboração do projeto até a teorização e a socialização dos resultados. Nestas várias etapas o historiador/ arqueólogo conta com o auxílio e a colaboração de profissionais de várias outras áreas, como a Geologia, a Química, a Fotografia, a Antropologia, as Artes Plásticas, a Medicina, etc.

A datação dos fósseis/ objetos/ fontes encontradas, por exemplo, é realizada por profissionais de Química, em laboratórios especializados. Para explicar como é feita, eis a colaboração do Professor Carlos Eduardo Serapião, Professor de Química, que gentilmente descreveu o processo para ilustrar nosso blog e clarear nossas ideias a respeito:

"A datação corresponde à determinação da idade aproximada de amostras fósseis. Um método muito utilizado para esta finalidade é a determinação da radioatividade de um material em decorrência de elementos químicos instáveis na sua composição. Isto porque átomos instáveis sofrem um fenômeno chamado decaimento, que consiste em “transformar-se” em um átomo mais estável através da liberação de partículas sub-atômicas. Portanto, através desta medição, pode-se concluir há quanto tempo o material está inativo na natureza.

Para que este cálculo seja realizado, deve-se conhecer a meia-vida do átomo em questão, ou seja, o tempo que uma amostra deste átomo demora para ter metade de sua massa transformada em uma forma mais estável. Para deixar este conceito mais claro, vamos tomar como exemplo o carbono-14, utilizado para datação de materiais orgânicos. A meia-vida do carbono-14 é de aproximadamente 5700 anos. Logo, se eu guardasse 1 kg de carbono-14 na minha casa, daqui a 5700 anos eu teria apenas 500 gramas deste material; o resto teria sido degradado para formar átomos estáveis, como o de nitrogênio-14. No caso específico do carbono-14, em decorrência de sua meia-vida, fica inviável utilizar este átomo para determinar a idade de amostras que estejam inativas a um tempo inferior a 5 mil anos ou superior a 60 mil anos. Para datar fósseis com milhões de anos, pode-se utilizar o decaimento de outros elementos radioativos com meia-vida maior."

E aí, clareou?

sábado, 5 de março de 2011

Carnaval


Muito já se escreveu sobre a história do carnaval. Suas origens mais antigas remontam, segundo alguns, às festas realizadas há milhares de anos no Egito Antigo, em homenagem à deusa Ísis, sendo tais festas também comemorativas à boas colheitas. O mesmo argumento (comemoração e agradecimento por boas colheitas) é utilizado por outros historiadores para defender que o carnaval teria se originado na Grécia, por volta do século VI a.C, até que, mais tarde, os próprios gregos e os romanos teriam inserido bebidas e práticas sexuais nas comemorações - o que, séculos depois, tornaria a festa intolerável aos olhos da Igreja. Na Itália e na França, também há muitos séculos ocorrem desfiles de fantasias e de máscaras (acima, foto de máscaras de Veneza). O pierrô, a colombina e o Rei Momo, por exemplo, tão presentes no carnaval brasileiro, são de origem europeia.

O fato é que no Brasil o carnaval foi introduzido por volta do século XVII, ainda sob a forma do entrudo, que consistia em brincar de sujar os outros com o que estivesse à mão: farinha, azeite, água, limões-de-cheiro e até cal, altamente perigosa.

Somente no final do século XIX mesmo é que surgiram no Brasil os primeiros "corsos", "cordões" e blocos carnavalescos, que foram, após muitos anos, originando as primeiras escolas de samba. A primeira surgiu no Rio de Janeiro (não poderia ser diferente!!!) e se chamava Deixa Falar. Muitos anos depois transformou-se na Estácio de Sá.
Em outros lugares ainda persistiu (e persiste ainda hoje) por mais tempo o carnaval de rua, aberto, em que não é necessário pagar ingresso para assistir.

E você, costuma participar de carnaval? De que tipo? Blocos de rua? Clubes? Praia? Com fantasia ou qualquer roupa mesmo?

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O senhor da guerra


Guerra é algo QUASE tão antigo quanto o próprio Homem. Mudam os motivos, as tecnologias, as intenções (reveladas, pretextadas e as ocultas) e mudam os adversários. Não muda, para alguns povos, a mania de viver em conflito.
De uns tempos para cá, então, as guerras se tornaram ótimo e extremamente lucrativo negócio. Que o diga a indústria armamentista dos Estados Unidos, que consegue lucrar tanto (ou mais) que em tempos de plena Guerra Fria. E dar as cartas, em muitas ocasiões, na história, na política e na economia do país...

Vejamos se é exagero:
Você sabia que, em 234 anos de história, os EUA:
  • já gastaram US$ 6.800.000.000.000,00 (6 trilhões e 800 bilhões de dólares) nas grandes guerras em que se envolveram (somente no Iraque, de 2003 para cá, foram US$ 784 bilhões!)
  • já tiveram 1.260.000 mortos (um milhão, duzentos e sessenta mil)
(os números foram divulgados recentemente em um estudo do Serviço de Pesquisa do Congresso Norte-Americano)
Grande negócio para alguns, sem dúvida...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Facinho!

Voltando à ativa, mas ainda na manha, uma questãozinha bem fácil:
Que objeto é esse da foto?

domingo, 20 de junho de 2010

Para viajar sem sair de casa!

Vai aí uma dica para viajar muito na história. Apesar de se tratar de mapas, são mapas antigos, que dizem muito a respeito do conhecimento humano em cada época. E também do desconhecimento de vários lugares...
Além disso, os mapas chamam também a atenção pela beleza (como este abaixo), em tempos em que eram feitos à mão, por verdadeiros artistas, e continham importantes informações.
São vários mapas, que podem ser ampliados e vistos em detalhes, vale conferir!

O link é esse.

domingo, 11 de abril de 2010

Baita dica

Dica de ouro não só para o fim de semana, mas para muitas semanas, tamanha a quantidade de materiais que tem por lá:

Trata-se da Biblioteca Digital Mundial da Unesco, fonte mais do que confirmada.
Há lá uma quantidade absurda de documentos (muitos deles raros ou desconhecidos do grande público), imagens, mapas e materias de várias culturas, tudo disponibilizado a qualquer pessoa, de graça!
Tem MUITO, mas MUITO MATERIAL MESMO, para muitos meses de diversão (claro, e também para dar uma turbinada nos estudos - não só de História, como os materiais estão disponíveis em várias línguas além do português, pode-se treinar o espanhol ou o inglês junto com a História, lendo nesses idiomas!)!!!!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulheres

O local é Nova Iorque.
O ano era 1857. Mais de século e meio atrás. Na época, aquilo que hoje chamamos "direitos trabalhistas", "conquistas dos trabalhadores" não passava de um sonho distante. Ainda assim, um grupo de mulheres - corajosas? desesperadas? revolucionárias? sonhadoras? ou TUDO ISSO JUNTO? - desafiava não apenas seu patrão, mas o paradigma da época, clamando por uma jornada de trabalho mais humana (10 horas diárias - vejam só - em vez das 14 e até mesmo 16 HORAS da época) e por direitos como a licença-maternidade e a remuneração equivalente a do homem (o salário feminino costumavam ser até 1/3 do masculino)
O resultado: a morte de 129 operárias, carbonizadas por ousarem. Por pedir justiça. Por estarem à frente do seu tempo.
A data: 8 de março.

A data foi estipulada pelas Nações Unidas como o Dia Internacional da Mulher. Homenagem singela, pois quem convive com elas sabe que todos os dias são delas!
PARABÉNS À TODAS AS MULHERES, pelas lutas (históricas e diárias), pela força e por embelezarem o mundo!!!!