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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Tudo ok!


A propósito, falando em guerras, na de Secessão, nos EUA (que comentamos AQUI), entre 1861 e 1865, as tropas tinham o costume de, ao retornarem de batalhas, chegando no quartel, informar em um painel na entrada o número de mortes/ baixas no dia. Quando tudo tinha ido bem nos confrontos, escrevia-se "0 kills" (zero mortos), e, com o tempo, apenas "0k", daonde derivou o costume de dizer ok quando tudo está bem!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Um país em guerra


Guerra da Secessão - EUA: o assunto é controverso. Um dos poucos pontos de consenso é que o principal ponto de discórdia no conflito, que se arrastou de 1861 a 1865, foi a questão da escravidão. Antes do início do conflito, haviam mais escravos nos EUA do que em qualquer outro país,  o valor de todos somados era maior do que todo o capital investido em bancos e indústrias em todos os EUA. Ou seja, o assunto era realmente sério e para muitos justificava uma guerra...

Tratava-se de buscar concretizar os ideais de Abraham Lincoln, de uma nação "concebida em liberdade, baseada na ideia de que todos os homens são criados iguais." De fato, até o final da guerra, 4 milhões de escravos - homens, mulheres e crianças - haviam sido libertos. Mais de 600mil soldados, porém, haviam pago com avida o preço da liberdade negra e em torno de 500mil foram feridos. Para se ter uma ideia do que isso representa, o número de mortos então no conflito correspondia a 2% da população dos EUA. Hoje isto corresponderia a 6 milhões de norte-americanos!


Os resultaados, na prática também chamam a atenção, pela eficácia (ainda mais se compararmos - se é que é possível - o processo de abolição da escravidão no  Brasil - assunto de outro post, mais adiante):

  • em 1865,  a 13ª Emenda à Constituição aboliu oficialmente a escravidão nos EUA
  • em 1868, a 14ª Emenda assegurou os mesmos direitos jurídicos a todos os cidadãos
  • em 1870, a 15ª Emenda reconhecia o direito de voto aos negros

O que se cabe perguntar, perante um processo de abolição da escravidão tão eficiente é se o preconceito racial também acabou no país na mesma velocidade... (aliás, acabou?)

domingo, 11 de setembro de 2011

Onze de setembro


Bom, estava preparando com alguma antecedência materiais para postar aqui hoje, mas a enxurrada de matérias sobre os 10 anos do onze de setembro nos últimos dias me desanimaram... Tudo que é canal (até de esportes!) e jornal passando a semana inteira martelando o mesmo assunto não dá. Ao longo do ano passam tantas datas (guerras ou guerras civis na África, com número de mortes infinitamente maior do que no WTC...) que canal ou jornal nenhum aborda, nem faz cronologias, especiais, séries diárias, etc.

Enfim, os tais atentados de 11/09/2001 serão tema CERTO dos vestibulares deste ano. Se acha que ainda não viu o suficiente sobre este tema, acessa os principais portais (BBC, Terra, R7, ...), que irás encontrar muita² coisa sobre o assunto.

Por hoje a dica é então, que assistam ao que de melhor se produziu sobre o assunto: o filme Fahrenheit 11/09, de Michael Moore.
É sempre bom ver um outro lado da questão.
E quando este outro lado é mostrado por alguém do próprio país, então, não tem preço!!!!
Assiste lá e comenta aqui!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Yes, we can

Partindo do princípio que a cria norte-americana Osama Bin Laden já esteja a esta altura morto e enterrado (ou melhor, afogado...), qual sua opinião a respeito de tudo isto?
  • Diante do sumiço instantâneo do corpo, muita gente vem duvidando que ele tenha realmente sido morto (o que é reforçado pela recusa em mostrar as fotos), será?
  • mais: terá sido este o maior golpe de marketing de um presidente que governa um país que vem há algum tempo aprensentando resultados/ indicadores econômicos bem diferentes e inferiores aos de outros tempos, e que almeja a reeleição?
  • que consequências pode ter tal acontecimento?
  • e o principal: será que a partir de agora estaremos todos liberados para fazer justiça com as próprias mãos? Ou seja, se alguém matar um parente ou conhecido meu, eu poderei matar o assassino? Não precisaremos mais da Justiça constituída? Cada um que faça justiça com as próprias mãos????

domingo, 1 de maio de 2011

A Crise de 1929

Conforme prometido ao 3° Ano, eis o ppt sobre a Crise de 1929.
Os links não abrirão, mas eram só imagens; digita "Crise de 1929" no Google, clica em imagens e todas elas estarão lá.
Isto é só um esquema para entender o mecanismo da Crise e seus desdobramentos. Maiores detalhes podem ser encontrados no capítulo 37 do livro velho/ 38 do novo.
Divirtam-se!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O senhor da guerra


Guerra é algo QUASE tão antigo quanto o próprio Homem. Mudam os motivos, as tecnologias, as intenções (reveladas, pretextadas e as ocultas) e mudam os adversários. Não muda, para alguns povos, a mania de viver em conflito.
De uns tempos para cá, então, as guerras se tornaram ótimo e extremamente lucrativo negócio. Que o diga a indústria armamentista dos Estados Unidos, que consegue lucrar tanto (ou mais) que em tempos de plena Guerra Fria. E dar as cartas, em muitas ocasiões, na história, na política e na economia do país...

Vejamos se é exagero:
Você sabia que, em 234 anos de história, os EUA:
  • já gastaram US$ 6.800.000.000.000,00 (6 trilhões e 800 bilhões de dólares) nas grandes guerras em que se envolveram (somente no Iraque, de 2003 para cá, foram US$ 784 bilhões!)
  • já tiveram 1.260.000 mortos (um milhão, duzentos e sessenta mil)
(os números foram divulgados recentemente em um estudo do Serviço de Pesquisa do Congresso Norte-Americano)
Grande negócio para alguns, sem dúvida...