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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Não poderia passar em branco!


O tempo não está permitindo, pois como os leitores sabem, estamos em pleno final de trimestre. 18 turmas, em torno de 600 alunos, todas as séries, a carga de trabalho se acumula. Vai-se até a madrugada e não acaba nunca o serviço. Por isso o blog está em ritmo lento, um post ou dois no máximo por semana.
O dia de hoje, porém, não poderia passar em branco.
No "mês do cachorro louco" o dia 24 irá marcar para sempre o suicídio do presidente que mais tempo esteve no poder em nosso país, Getúlio Vargas.


Para ler um pouquinho mais sobre isso, clique AQUI.
Para ler mais sobre ele, digite na caixa de busca ao lado ("Pesquisar este blog") a palavra Vargas. Vários links serão abertos. Lê e conhece um pouco mais sobre esta figura emblemática em nossa história.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vargas em questões

Questões para os terceiros anos:

1. Explique a ascensão de Vargas ao poder em 1930
2. Sobre a Revolução de 1932, responda:
a) quais foram suas causas?
b) quais foram seus resultados práticos e suas consequências?
3. Cite as principais características e inovações da Constituição de 1934
4. Caracterize o contexto político (direita e esquerda) brasileiro na década de 30
5. Explique a transição do Governo Constitucional de Vargas para o Estado Novo
6. Descreva as etapas e detalhes do alinhamento do Brasil na Segunda Guerra Mundial
7. Como é encerrado o primeiro ciclo de Vargas no poder, em 1945?

Divirtam-se!!!! (ah, a foto acima é a que a Rô me deu!)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A morte que abalou o país


Na manhã deste mesmo dia, 24 de agosto, porém em 1954, pouco depois das 08:30 jazia sobre a cama do grande quarto no terceiro pavimento do Palácio do Catete (então sede do Governo Federal) o corpo do Presidente Getúlio Vargas, com a bala ainda morna no peito.



Desfecho peculiar (e anunciado) para um momento extremamente conturbado na história de nosso país. Não era o primeiro presidente do Brasil a morrer em exercício (alguém aí sabe outro?), mas sem dúvida o primeiro (e único) a cometer suicídio.

A seu lado, no criado-mudo, acompanhava-lhe, igualmente muda (mas dizendo muito), uma polêmica versão de sua carta-testamento, onde anunciava "sair da vida para entrar na História". Como se precisasse disso. Como se ainda não estivesse com seu nome definitivamente gravado na História...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Revolução Constitucionalista


Neste mesmo dia, há 78 anos atrás, tinha início em São Paulo a Revolução Constitucionalista de 1932 (para quem ainda não tinha conseguido calcular!).
Naquele momento os paulistas levantavam-se em armas contra o Governo Federal.
Inconformados por terem sido retirados do poder com a Revolução de 1930, que conduziu o gaúcho Getúlio Vargas ao poder, os paulistas insurgiam-se contra as tropas nacionais, levantando a bandeira da Constitucionalização do Brasil.
Certo, o governo de Vargas, tecnicamente, era estava em desacordo com a Constituição vigente, de 1891. Certo também que tal Constituição permitia todo tipo de fraude eleitoral, que assegurava a alternância de representantes das oligarquias paulista e mineira no poder por quatro décadas. Sem a tal Revolução de 30, quanto teria de se esperar po rum lampejo de bondade da classe política nacional para por um freio em todas as falcatruas que assolavam o cenário político-eleitoral do país?
Certo também que Vargas ainda aumentou a ira dos paulistas ao nomear como interventor para o governo do estado o tenente pernambucano João Alberto.. Porém, quando do início da Revolução Constitucionalista, Vargas já havia voltado atrás e nomeado para o cargo de governador (que até então chamava-se Presidente de estado) o embaixador Pedro de Toledo, paulista e civil, como seus conterrâneos reivindicavam.
O fato é que os paulistas usaram a bandeira da Constitucionalização do país como o motivo para a revolta, argumentando que o Governo Vargas era ilegal, pois o resultado da eleição (?) de 1930 deu a vitória (?) ao paulista Júlio Prestes, que sequer chegou a assumir. Mas será que tal resultado era Legal? Devemos sempre lembrar do sistema eleitoral característico da República Velha, do voto de cabresto, das fraudes, dos eleitores fantasmas, etc.
Quando do início do movimento, também Vargas já havia promulgado a Lei Eleitoral (em fevereiro), que convocava eleições para uma Assembleia Constituinte...
Enfim, todas as supostas bandeiras de luta levantadas por São Paulo eram anacrônicas, e não conseguiam esconder a lamúria paulista representada pelo alijamento do poder...
Enquanto isso, os paulistas iam tentando conseguir a adesão de outros estados à causa, o que acabou não ocorrendo.
Iam, ainda se valendo de símbolos como esses do post para motivar a população do estado para a luta.

Mais adiante trataremos da questão dos símbolos na História, e voltaremos a falar destes cartazes. Certamente você já viu algo parecido, não?