Coisa bem leve, para não assustar:

Quais os três nomes da cidade que foi a antiga capital do Império Bizantino já teve até hoje? Onde fica atualmente?
"História em suas mãos" tem, neste blog, no mínimo dois sentidos. Que se pretende que a compreensão desta disciplina esteja ao seu alcance, leitor, e que VOCÊ é o responsável pelo curso da História, é agente, ATIVO, do processo histórico. E "no mínimo dois sentidos", pois cada História sempre pode ser interpretada de várias maneiras possíveis!
Estudo coordenado pelo arqueólogo-chefe do Egito, Zahi Hawass, conclui que o faraó Tutancâmon pode ter morrido de malária combinada com uma rara infecção óssea.
Enfim, dia para lembrar de tudo de bom desta cidade, passear por alguns de seus inúmeros cartões postais e pensar em como cada um pode melhorá-la!
O que chama a atenção, nesse caso, é a diversidade de "canais" de que tais ideais se valeram para se espalhar. Mais do que as obras pessoais de cada filósofo/ pensador iluminista, do que A Enciclopédia ou os panfletos então costumeiramente publicados, que atingiam apenas uma minoria letrada da população, os propósitos iluministas espalharam-se também através de outros meios, como as lojas maçônicas, onde as obras eram discutidas à exaustão. Mais ainda, os grandes salões não escaparam às discussões dos assuntos em voga, mas reuniam também uma elite pensante e a própria nobreza da época. Os clubes e associações profissionais foram também, ao longo do século XVIII, tomados por acaloradas discussões em torno dos projetos iluministas. Mas nenhum destes meios foi mais democrático para a difusão das ideias iluministas do que os cafés. Ainda que não reunissem o grosso da população, ao menos tiravam tais discussões do círculo restrito das elites. Os cafés espalhavam-se em profusão pelas cidades europeias, e reuniam classes médias de então, além de aspirantes a escritores, jornalistas e divulgadores de ideias e modismos em geral.
O Ministério da Cultura egípcio anunciou neste domingo (28/02/2010) a descoberta de uma cabeça gigante do faraó Amenófis III, com cerca de 3.000 anos de idade. A cabeça é de granito vermelho, mede 2,5 metros de altura e foi encontrada no local de seu templo funerário em Luxor.
A peça é a cabeça de uma grande estátua que representava o faraó em pé, com os braços cruzados e com os símbolos reais nas mãos, conforme explicou Hurig Suruzian, chefe da missão arqueológica responsável pela descoberta.